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Cresce Brasil

Diante do cenário social, político e econômico que o Brasil atravessa, é obrigatório que se tenha em mente a necessidade de resgatar o País de uma paralisia que o sufoca, ameaça seriamente as possibilidades de avanço e piora as condições de vida da sua população. Enfrenta-se hoje uma grave crise e, neste momento, é preciso que se faça presente a posição afirmada do conjunto dos engenheiros, pois se trata de categoria que em muito pode contribuir para enfrentar os problemas centrais da sociedade.” O trecho abre o “Manifesto – Engenharia Unida em defesa dos profissionais e do desenvolvimento do País” e sintetiza o cenário e a importância de coalizão da área tecnológica na busca de saídas à crise atual com valorização profissional. Sob essa ótica, a FNE lançou em março de 2016, durante a posse de sua diretoria atual – encabeçada por Murilo Pinheiro, cuja gestão vai até 2019 –, o movimento Engenharia Unida. O chamado por aliança que congregue os profissionais, as entidades de engenharia, conselhos, sindicatos, empresas, escolas e estudantes de engenharia vem sendo feito e atendido desde então.

 

É o que demonstrou seminário que debateu o tema, em Barra Bonita (SP), em novembro de 2016, o qual reuniu mais de mil participantes à abertura. Entre eles, além de profissionais da categoria, dirigentes dos 18 Sindicatos dos Engenheiros filiados à FNE, secretários estadual e nacional de governo, prefeitos, representantes de câmaras e entidades municipais, do Sistema Confea/Creas, da academia, do patronato e de associações de classe, bem como estudantes.

 

Na preleção inaugural, Murilo destacou: “É uma honra ver que a ‘Engenharia Unida’ conseguiu mobilizar tantas importantes autoridades e lideranças.” Ao citar os ataques que têm sido recorrentes a empresas nacionais e ao Estado, ele frisou: “Não podemos nos calar. Sabemos que os engenheiros e profissionais da área tecnológica têm um papel fundamental, juntamente com os governantes, empresários, instituições de ensino, jovens estudantes: ser os agentes transformadores para as mudanças necessárias à volta do crescimento e desenvolvimento.”

 

 

 

Protagonismo

 

A perspectiva é de recolocar a categoria como protagonista do desenvolvimento, apresentando propostas factíveis que levem à necessária retomada da economia, rumo a um país melhor, mais justo, democrático e desenvolvido.

 

Nessa mobilização, a Engenharia Unida defende que a solução passa por mais, não menos investimentos em infraestrutura, ao que é mister que a política macroeconômica seja voltada a favorecer a produção e gerar empregos de qualidade. Entre suas ações nessa direção, a defesa da contratação nacional nas licitações da Petrobras, como parte da batalha pela implantação de uma política industrial, com ganhos de produtividade e avanços em ciência, tecnologia e inovação. O movimento propugna que as denúncias de corrupção sejam devidamente apuradas e, caso comprovadas, punidos os responsáveis. Contudo, enfatiza que é preciso preservar instituições fundamentais para impulsionar o necessário crescimento e a engenharia nacional.

 

É essencial que um programa de retomada da economia nacional tenha como eixo prioritário as condições necessárias para que os profissionais possam dar sua contribuição, entre as quais remuneração justa, com respeito ao piso da categoria; aprimoramento da lei de licitações, utilizando técnica e preço para projetos e obras de engenharia; valorização da engenharia na gestão pública, especialmente por meio da urgente implementação da carreira de Estado nos municípios, estados e na União”, destaca o manifesto da Engenharia Unida – movimento que faz jus à trajetória de mais de meio século da FNE em prol da categoria e do País.

 

Engenharia Unida para enfrentar a crise e valorizar a profissão

Diante do cenário social, político e econômico que o Brasil atravessa, é obrigatório que se tenha em mente a necessidade de resgatar o País de uma paralisia que o sufoca, ameaça seriamente as possibilidades de avanço e piora as condições de vida da sua população. Enfrenta-se hoje uma grave crise e, neste momento, é preciso que se faça presente a posição afirmada do conjunto dos engenheiros, pois se trata de categoria que em muito pode contribuir para enfrentar os problemas centrais da sociedade.” O trecho abre o “Manifesto – Engenharia Unida em defesa dos profissionais e do desenvolvimento do País” e sintetiza o cenário e a importância de coalizão da área tecnológica na busca de saídas à crise atual com valorização profissional. Sob essa ótica, a FNE lançou em março de 2016, durante a posse de sua diretoria atual – encabeçada por Murilo Pinheiro, cuja gestão vai até 2019 –, o movimento Engenharia Unida. O chamado por aliança que congregue os profissionais, as entidades de engenharia, conselhos, sindicatos, empresas, escolas e estudantes de engenharia vem sendo feito e atendido desde então.

É o que demonstrou seminário que debateu o tema, em Barra Bonita (SP), em novembro de 2016, o qual reuniu mais de mil participantes à abertura. Entre eles, além de profissionais da categoria, dirigentes dos 18 Sindicatos dos Engenheiros filiados à FNE, secretários estadual e nacional de governo, prefeitos, representantes de câmaras e entidades municipais, do Sistema Confea/Creas, da academia, do patronato e de associações de classe, bem como estudantes.

Na preleção inaugural, Murilo destacou: “É uma honra ver que a ‘Engenharia Unida’ conseguiu mobilizar tantas importantes autoridades e lideranças.” Ao citar os ataques que têm sido recorrentes a empresas nacionais e ao Estado, ele frisou: “Não podemos nos calar. Sabemos que os engenheiros e profissionais da área tecnológica têm um papel fundamental, juntamente com os governantes, empresários, instituições de ensino, jovens estudantes: ser os agentes transformadores para as mudanças necessárias à volta do crescimento e desenvolvimento.”

 

Protagonismo

A perspectiva é de recolocar a categoria como protagonista do desenvolvimento, apresentando propostas factíveis que levem à necessária retomada da economia, rumo a um país melhor, mais justo, democrático e desenvolvido.

Nessa mobilização, a Engenharia Unida defende que a solução passa por mais, não menos investimentos em infraestrutura, ao que é mister que a política macroeconômica seja voltada a favorecer a produção e gerar empregos de qualidade. Entre suas ações nessa direção, a defesa da contratação nacional nas licitações da Petrobras, como parte da batalha pela implantação de uma política industrial, com ganhos de produtividade e avanços em ciência, tecnologia e inovação. O movimento propugna que as denúncias de corrupção sejam devidamente apuradas e, caso comprovadas, punidos os responsáveis. Contudo, enfatiza que é preciso preservar instituições fundamentais para impulsionar o necessário crescimento e a engenharia nacional.

É essencial que um programa de retomada da economia nacional tenha como eixo prioritário as condições necessárias para que os profissionais possam dar sua contribuição, entre as quais remuneração justa, com respeito ao piso da categoria; aprimoramento da lei de licitações, utilizando técnica e preço para projetos e obras de engenharia; valorização da engenharia na gestão pública, especialmente por meio da urgente implementação da carreira de Estado nos municípios, estados e na União”, destaca o manifesto da Engenharia Unida – movimento que faz jus à trajetória de mais de meio século da FNE em prol da categoria e do País.

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