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Reconhecido como um dos maiores especialistas em El Niño do País, o cientista diz que não basta se preparar para o presente, mas é preciso prevenir o futuro. 

RafaNeddermeyer AgenciaBrasilNascido no Peru e radicado no Brasil, o meteorologista José Marengo é reconhecido como um dos maiores especialistas em El Niño do país. O fenômeno, que ocorre sempre, é agravado pelo aquecimento global e potencializa desastres. “O El Niño afeta todos os setores. Não é mais só um fenômeno climático. É socioeconômico”, diz.

Coordenador de Pesquisa e Desenvolvimento do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais, o Cemaden, ele lembra do primeiro El Niño que viu, em 1972. “Cidades bonitas do Norte do Peru, onde nunca chovia, foram destruídas”, diz. Meteorologista, fez doutorado nos Estados Unidos sobre os impactos do fenômeno na Amazônia. “Sempre estive seguindo o El Niño por aí”.

É categórico: “Quase ninguém na América do Sul se vê livre do El Niño. Todos os países são afetados, todas as regiões, todos os setores”.

Texto na íntegra: https://valor.globo.com/brasil/noticia/2026/08/10/el-nino-nao-e-mais-fenomeno-climatico">Valor (para assinantes) via Jornal da Ciência

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

 

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