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Escombros do desmoronamento no Paissandú

As atividades do 1º de Maio, que  reuniram milhares nas principais cidades brasileiras, em protestos contra os retrocessos trabalhistas e econômicos,  foram impactadas pela notícia do incêncio e desabamento do Edifício Wilton Paes de Almeida, no Largo do Paissandu, Centro de São Paulo, ocorrido na madrugada da terça (1º).  com mortes e desalojamento de moradores sem-tento.

Os atos dos trabalhadores na capital paulista ocorreram ao mesmo tempo em que bombeiros lutavam contra a propagação das chamas pelos edifícios vizinhos e vasculhavam escombros em busca de vítimas.

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Manifestantes  na Praça da República, que reuniu 10 mil trabalhadores da CUT, CTB, Intersindical e movimentos que compõem as frentes Brasil Popular e Povo,  Sem Medo  fizeram um minuto de silêncio em solidariedade às vítimas da tragédia que expõe a gravidade dos problemas de moradia na cidade. O incêndio  deixou mais de 150 famílias desalojadas, sem alternativa  de encaminhamento para moradiias emergenciais.

Conforme lembrou em nota o MTST, "no ano de 2017, o governo Temer destinou apenas 9% dos valores previstos com moradia no orçamento. A faixa mais afetada foi a de baixa renda, que compreende famílias que recebem até 1.800 reais. Enquanto isso a Caixa Econômica ampliou o limite de financiamento para imóveis de luxo, uma completa inversão de prioridades".

Direitos, emprego e democracia

 

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O ato da Força Sindical, com o lema “Emprego!Emprego!Emprego!”, reuniu mais de 500 mil pessoas na Praça Campo de Bagatelle, na Zona Norte da Capital. O presidente da Central, deputado federal Paulo Pereira da Silva (Paulinho), disse estar celebrando o Dia do Desemprego e não do Trabaho, em referência a uma taxa de desemprego que aumentou para 13,1% no primeiro trimestre do ano.

Ato em Curitiba

O ato unificado de  Curitiba  reuniu cerca de 50 mil pessoas  da CUT, Força Sindical, CTB, Nova Central, UGT, Intersindical e CSB, e foi marcado pela solidariedade ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso desde 7 de abril.

Protestos marcaram o dia do trabalhador também em outras regiões do país. Grandes centros como Belo Horizonte, Recife, Fortaleza e Salvador também tiveram manifestações. As principais reivindicações do movimento sindical neste 1º de Maio foram a revogação da reforma trabalhista, respeito aos direitos, combate ao desemprego e defesa da democracia. 

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