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Participantes convocados por cerca de 30 entidades da sociedade civil internacional se reunem em Brasilia para realizar o Fórum Alternativo Mundial da Água (FAMA), que se contrapôs ao evento oficial promovido na Capital Federal, o 8ª edição  do  Fórum Mundial da Água (FMA), que a cada 3 anos reune governos e corporações do setor e organizações interessadas no tema.

O engenheiro agrônomo Gilberto Cervinski, coordenador do FAMA, fez fortes apelos no evento contra a mercantilização e a privatização da água, um processo que avança no evento oficial.  O FMA visa influenciar as decisões de governos  e outras instituições de governança quanto a leis e políticas públicas para água. Mas a lógica que orienta esses debates, de acordo Cervinski, é a mesma do sistema financeiro.

Cervinski  é dirigente do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e concedeu entrevista ao site Deustch Welle, em que explica as diferenças de posicionamento entre os FAMA e o FMA. Sobre este último, ele diz:  " Nós o chamamos de fórum das transnacionais. O objetivo deles já está definido desde 1992, com a Declaração de Dublin sobre Água e Desenvolvimento Sustentável, que é de privatizar a água".

O FAMA tem o apoio das organizações e movimentos sociais que se organizam em torno das bandeiras da Justiça Ambiental e Social e têve um lançamento prévio no dia 16 de março, no Fórum Social Mundial 2018, em Salvador -Ba.

Redação FNE

Confira entrevista ao Deustch Welle

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