O movimento sindical foi às ruas neste 1º de Maio para barrar as reformas em tramitação no Congresso. Os impactos nefastos dessas medidas sobre a vida dos trabalhadores são temas da edição de maio do Jornal Engenheiro, da FNE. Se forem aprovadas, as reformas trabalhista e da Previdência, propostas por meio do Projeto de Emenda Constitucional (PEC) 287 e o Projeto de Lei 6.787/2016, levarão o país de vola ao passado. Representam a retirada de direitos históricos.
Somam-se a isso as mudanças em políticas estratégicas de financiamento da economia nacional, com o fim da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP). Ela tem sido o instumento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para impulsionar obras de infraestrutura e investimentos que as empresas precisam mas não podem fazer sozinhas. E sem isso, o crescimento econômico é estagnado.
O Engenheiro da destaque também às campanhas salariais dos engenheiros em 2017. Mobilização e iniciativas como a convocatória à Engenharia Unida, liderado pela FNE, têm sido decisivas para manter a determinação da categoria em assumir seu protagonismo, valorizar a profissão e lutar por direitos trabalhisas - a começar pelo direito ao emprego e salário.
A edição de Maio entrevista o presidente do Museu da Amazônia (Musa), Ennio Candotti, sobre a necessidade de conscientização da população sobre a importância da região. E também trata da necessidade de consciênciar o poder público para que inovações criadas por inventores e pesquisadores tenham incentivo para chegar às mãos das pessoas e a serviço da sociedade. O caso de um chuveiro econômico, mostrado pelo jornal, faria diferença para todos.
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