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"Essa água toda do planalto, que permeia na encosta da serra, desce para o litoral e forma esses rios perenes", é o que está mobilizando engenheiros da Baixada Santista a pressionarem governo e parlamentares pela  implementação de uma hidrovia na região.

O  diretor de Portos da Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Santos (AEAS) e professor de Logística da Fundação e Estudo do Mar (Femar), Eduardo Lustoza, explicou ao jornal local "Diário do Litoral" que a grande posição hidroviária da região se deve a toda a Serra do Mar com várias calhas que enchem os rios. Ele cita o Rio Jurubatuba e o Rio Branco, que é a segunda maior artéria hidrográfica da Baixada Santista, o Canal de Bertioga, que define a Ilha de Santo Amaro.

Por isso, a Associação e o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (Crea-SP) elaboraram a “Carta Metropolitana de Comunhão Hidroviária” para impulsionar o tema com o objetivo de regularizar o transporte nos rios que compõem a região. Confira a íntegra da carta que está sendo distribuída aos parlamentares.

Redação FNE

 

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