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Negociações coletivas têm sido bem-sucedidas, propiciando acordos e convenções garantindo reposição das perdas e manutenção de conquistas, mas demanda mobilização e empenho da categoria até a conclusão.

Negociação - IlustraçãoAtuando nos mais diversos segmentos econômicos, nos setores público e privado, com negociações junto a dezenas de empresas ou entidades patronais, milhares de engenheiros de todo o Brasil seguem em campanhas salariais, comandadas pelo seu respectivo sindicato.

Em cada uma delas, há uma dinâmica que envolve a elaboração e a discussão da pauta de reivindicações; seu envio à respectiva empresa ou sindicato patronal; inúmeras rodadas de negociação para se chegar ao melhor entendimento possível e, sobretudo, garantir que se firme um acordo ou convenção coletiva que seja benéfico a ambas as partes, com base no diálogo sério e honesto. Quando, infelizmente, não se obtém uma conclusão satisfatória por esse caminho, é necessário lançar mão de instrumentos de pressão, como manifestações públicas ou paralisações, e recorrer à instauração de dissídio junto à Justiça do Trabalho para se resolver o impasse, o que esperamos não seja necessário nas campanhas deste ano.

Esse esforço, vale ressaltar, envolve toda a estrutura do sindicato e fundamental, obviamente, é o papel dos diretores e delegados sindicais que são os negociadores junto ao patronato, bem como das lideranças que atuam diretamente para organizar cada base de profissionais, mantê-los informados e mobilizados.

Porém, os protagonistas maiores desse processo são os engenheiros, cuja participação ativa é absolutamente imprescindível para que tenhamos sucesso. Em 2023, a coesão da categoria tem sido essencial para que venhamos alcançando resultados satisfatórios à mesa de negociação, com garantia de reposição das perdas no período apurado e manutenção das conquistas, além de cumprimento do piso e Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

Porém, há ainda muito trabalho pela frente e é fundamental que a organização e a mobilização sejam mantidas. Os profissionais, que devem ser informados pelas entidades sobre o andamento da campanha, precisam se manter atentos e participar ativamente das assembleias e consultas enviadas pelo seu sindicato.

A batalha é para garantir os legítimos direitos dos engenheiros como trabalhadores e pela sua valorização profissional e reconhecimento como quadro essencial aos resultados das empresas e ao bem-estar da sociedade.

Sigamos juntos na luta!

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