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Com a aceleração do tempo político-eleitoral o último dos eventos estritamente sindicais pode ter sido a adesão coletiva das centrais à “Carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado democrático de Direito” que será lida no dia 11 de agosto nas Arcadas e já conta com 700 mil assinaturas.

Embora a CONCLAT 2022 tenha como tema “Emprego, Direitos, Democracia e Vida” a defesa enfática da convivência democrática ficou agora patente com a adesão das direções sindicais ao manifesto.

O gesto das direções nacionais deve estimular atitudes semelhantes dos dirigentes intermediários, de base e dos ativistas e amplia o alcance da pauta da classe trabalhadora e a insere nas lutas eleitorais que passam a determinar o andamento da conjuntura até o 2 de outubro, data do primeiro turno.

Inúmeros candidatos de origem e formação sindicais se apresentam nas eleições a cargos legislativos e devem merecer do movimento o apoio e a divulgação compatíveis com as capacidades de cada instituição originária; o exercício da unidade de ação deve ser uma das preocupações inteligentes das direções, indo além das fronteiras partidárias.

Ao fim e ao cabo, a adesão das centrais e dos dirigentes ao manifesto democrático, a valorização e a atualização da pauta da CONCLAT 2022 e o empenho militante (não abandonando, é claro, o cumprimento das correlatas tarefas estritamente sindicais) garantirá durante este ano eleitoral e no próximo a relevância sempre necessária do movimento sindical dos trabalhadores.

: João Guilherme Vargas Netto é analista político e consultor sindical da FNE

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