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No próximo 8 de março, trabalhadoras dos movimentos sindicais e ativistas de diversos setores da sociedade vão se reunir para grande ato unificado na Praça da Sé, centro de São Paulo.

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Juntas, levantarão bandeiras históricas, como o direito a remuneração igual a dos homens, a luta contra o assédio moral e sexual e pelo fim da violência contra a mulher, o direito ao aborto. Mas este ano, haverá uma bandeira unificada contra os retrocessos que estão em discussão no Congresso, em especial a contra a reforma da Previdência proposta pelo governo Temer.

A reforma ameaça as mulheres com a perda do direito de se aposentar com menos idade do que os homens, em função da sobrecarga representada pela dupla jornada de trabalho.

O mês de março prevê uma agenda de atividades e mobilizações que vão além do dia 8. No ABC, a Marcha Mundial das Mulheres também prepara mobilização para o sábado (11), na Praça Lauro Gomes, em São Bernardo do Campo, a partir das 9h30, com caminhada no centro da cidade e distribuição de material para alertar sobre os efeitos da reforma da Previdência para as mulheres, dentre outros temas.

No dia 15 de Março, as mulheres se juntarão com trabalhadores das várias centrais, confederações e sindicatos para realização de protestos em todas as capitais contra a reforma da previdência.

Redação FNE, com Rede Brasil Atual