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As cinco Regiões do país estão representadas no edital, com 20 unidades da Federação com pelo menos um projeto apoiado

 corona 5192778 1280O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e o Ministério da Saúde (MS) anunciaram na terça-feira (7) o resultado da chamada pública conjunta para pesquisas voltadas ao combate da Covid-19, consequências e outras síndromes respiratórias agudas graves. Em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), foram escolhidas 90 pesquisas nas áreas de tratamento, vacinas, diagnósticos, patogênese e história natural da doença, carga da doença, atenção à saúde e prevenção e controle.

Lançada em abril, a chamada prevê o investimento de R$ 50 milhões: R$ 30 milhões são do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) e R$ 20 milhões do Ministério da Saúde, por meio do Departamento de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde (Decit/SCTIE). O CNPq recebeu 2.219 propostas em um valor total de R$ 1,7 bilhões.

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, destacou o papel dos recursos do FNDCT, que tornaram possível realizar o edital, e disse que os projetos vão preparar o sistema de saúde do país para o futuro.

“O MCTI é uma ferramenta. De nada serviria se não houvesse os ministérios na frente de combate para levar qualidade de vida à população. Essa chamada teve participação do FNDCT, que foi o que nos permitiu ter o aporte pra fazer a chamada. Isso só foi possível graças ao presidente Jair Bolsonaro e o Ministério da Economia. Os recursos para ciência e tecnologia não são gastos, são investimentos”, pontuou.

O secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Hélio Angotti Neto, falou sobre o papel da pesquisa científica e explicou que os projetos apoiados serão incorporados ao SUS. “A pesquisa é crucial. Ela nos dará o material que será incorporado ao sistema de saúde. As pesquisas vão gerar conclusões que poderão gerar produtos que serão incorporados ao sistema de saúde. Tudo isso é feito para levar uma melhor saúde a população. Sem a pesquisa é difícil ver a nossa saúde prosperar”, afirmou.

Já a coordenadora de Fomento à Pesquisa em Saúde do MS, Samanta Lemos, detalhou o processo de acompanhamento dos projetos, que inclui um seminário inicial e uma avaliação dos resultados ao final dos projetos. “Esses projetos que vão ser contratados vão ser acompanhados de perto pelos ministérios. Será feito um seminário marco zero que vai aproximar os projetos. Em seguida, após um período, um novo encontro será realizado com esses pesquisadores e, ao final do período de execução, serão avaliados os resultados finais alcançados”, explicou.

Resultados

O edital também conta com 50 instituições de ensino e pesquisa aprovadas. Das 90 propostas que serão apoiadas, a maior parte está no eixo de prevenção e controle da Covid-19, com 38 propostas, seguida pela Atenção à Saúde (17) e Patogênese e História da Doença (10). As cinco Regiões do país foram contempladas com projetos e 20 unidades da Federação possuem pelo menos um projeto apoiado.

Confira a íntegra dos resultados e projetos escolhidos.

MCTIC

Imagem: Mohamed Hassan/Pixabay

 

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