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Áreas de preservação permanente no entorno de corpos hídricos ficaram mais vulneráveis a erosão com flexibilização da lei

Mata ciliar do Ribeirão dos Marins, em Piracicaba (SP). Foto: Prefeitura Municipal de Piracicaba/divulgação.Um estudo publicado no início do mês na revista Land Use Policy revela como a falta de sintonia entre as decisões no Poder Legislativo e a produção científica de qualidade impacta de forma negativa a preservação ambiental. O trabalho mostra como as mudanças feitas no chamado Novo Código Florestal, em 2012, prejudicaram a qualidade dos hídricos do Estado de São Paulo, além de aumentar a erosão, em vez de protegê-la.

Assinado por Vinícius Guidotti, coordenador de geoprocessamento do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), o trabalho resultou de uma pesquisa para seu mestrado na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, na USP de Piracicaba, e teve a participação de seis colaboradores das duas instituições e também da Universidade Federal do ABC (UFABC).

Na imagem , mata ciliar do Ribeirão dos Marins, em Piracicaba (SP). Foto: Prefeitura Municipal de Piracicaba/divulgação.

Veja o texto na íntegra: Direto da Ciência, via Jornal da Ciência.

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