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O olhar da engenheira civil Deise Gravina percebeu que a Construção Civil poderia ser um caminho para profissionalizar mulheres especialmente de baixa renda e que estivessem em condição vulnerável. Com esse foco, ela criou em 2007 a primeira turma do Projeto Mão na Massa, no Rio de Janeiro. Em 2018, o projeto abriu sua 15ª edição. Até então, 1.200 mulheres se formaram como eletricistas, pedreiras, carpinteiras de obra e pintoras. Em 2020, mais 240 mulheres serão profissionalizadas. Neste ano, a iniciativa chega em itaboraí e Maricá.

Projeto Mão na MassaO perfil das alunas são mulheres de 18 a 45 anos, com escolaridade igual ou Superior ao 5º ano do Ensino Fundamental.

Toda a metodologia do projeto foi elaborada a partir da expectativa das mulheres e das necessidades do mercado e vem sendo replicada em iniciativas por todo o Brasil.

Muitas das mulheres formadas pelo Projeto Mão na Massa hoje trabalham em empresas do setor, integram cooperativas ou são micro-empreendedoras individuais.

Deise, conhecida como a "Engenheira Social", é diretora do Abrigo Maria Imaculada, no bairro Rocha, na capital fluminense. A entidade promove os cursos patrocinada pela Petrobras.

Vagas
Em Itaboraí, estão abertas 60 vagas para o curso gratuito para formar mulheres na profissão de pedreira e pintora. As inscrições acontecem de 3 a 5 de fevereiro, de 8h às 12h, e podem ser feitas na sede da Faetec de Itaboraí (RJ) (Av. Antônio Gomes, 1260, Ampliação).

A entrevista será feita no local. Podem se inscrever mulheres de baixa renda, com idades entre 18 a 45 anos, e que tenham o 5º ano do Ensino Fundamental, no mínimo. A prioridade do projeto, que é realizado pelo Instituto Maria Imaculada, com patrocínio da Petrobras, será dada a mulheres em situação de vulnerabilidade econômica e social.

Mais informações:
https://www.projetomaonamassa.org.br
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