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Procurar e divulgar amplamente os bons exemplos de mulheres que se destacam na carreira de engenharia é uma das ações práticas que podem ajudar a despertar o interesse pela área e ampliar a presença feminina nesse campo do conhecimento. Essa foi uma das sugestões apresentadas pelas participantes da mesa-redonda Mulheres na Engenharia, realizada na Escola Politécnica (Poli) da USP, em São Paulo.

O evento teve a intermediação da vice-diretora da Poli, Liedi Legi Bariani Bernucci, primeira mulher a ocupar um cargo na diretoria da escola. Como debatedoras, participaram as professoras Cintia Borges Margi e Roseli de Deus Lopes, além da engenheira formada na Poli, Renata Bartoli de Noronha.

Durante o evento, as participantes discutiram também se a mulher precisa se esforçar mais do que o homem para não duvidarem de sua capacidade e para ter mais oportunidades na carreira.

O elemento cultural, na avaliação das participantes, ainda é um empecilho para ter mais mulheres interessadas em engenharia, por não serem incentivadas a gostar de matemática e de outras disciplinas da área das exatas.

O evento integrou a programação da 4ª Semana de Engenharia Elétrica e de Computação (IV SEnEC), promovida pelo Centro de Engenharia Elétrica e de Computação da Poli.

Leia na íntegra: Jornal da USP

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