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Reeleito para o comando do Seesp  em 10 de abril último, o presidente da FNE Murilo Pinheiro, falou nesta entrevista sobre as expectativas sobre as negociações dos acordos e convenções coletivas de trabalho dos engenheiros.

Ele também convidou os profissionais a participarem do Seminário de Abertura das Campanhas Salariais 2017, que acontece nesta terça-feira (18/04), às 17h, na sede da entidade em São Paulo (Rua Genebra, 25, Bela Vista). Confira.

Qual é a importância do seminário?
Murilo Pinheiro – O seminário é muito importante como forma de abrir o diálogo para as negociações que se seguirão, já que participam representantes das empresas e entidades patronais onde atua a nossa categoria. É uma oportunidade para que o sindicato deixe clara a sua disposição de chegar a um acordo ou convenção coletiva de trabalho à mesa de negociação. A atividade também é um momento em que temos a chance de ter um panorama claro da conjuntura econômica e política na qual as campanhas salariais se darão, pois temos a presença de especialistas do mundo do trabalho abordando esses temas de forma muito precisa. Ao longo desses anos, a atividade tem se mostrado uma ótima forma de dar a largada a esse processo de negociações coletivas que, afinal, são a nossa função precípua como entidade sindical.

O que o Seesp espera das negociações salariais deste ano?
Murilo Pinheiro – Apesar da crise econômica, nossa expectativa é que possamos ter bom diálogo com os empregadores e chegar a resultados positivos tanto para os engenheiros quanto para o setor patronal. Isso porque é obviamente do interesse das empresas poder contar com mão de obra qualificada e comprometida com os seus objetivos e metas. E para se ter isso é necessário que haja contrapartida. Assim, vamos trabalhar com uma pauta que, em linhas gerais, buscará a recomposição da inflação do período, ganhos de produtividade e garantia de benefícios.

Como os acordos salariais podem contribuir para a melhora da economia?
Murilo Pinheiro – Uma questão básica é que, ao se recompor os salários e garantir aumento real, aumenta-se o poder de compra do trabalhador e, portanto, fortalece-se o mercado interno. Isso é fundamental para injetar dinheiro na economia e aquecê-la. E certamente é algo de que estamos precisando nesse momento no País.

Comunicação Seesp

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