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Cresce Brasil

As dificuldades enfrentadas pelo setor e como vencê-las foram o tema da reunião realizada na sede do Sindicato Nacional da Engenharia e Arquitetura (Sinaenco), em São Paulo, na tarde desta quarta-feira (12/4).

 Na avaliação do presidente da entidade, José Roberto Bernasconi, “a engenharia está perdendo seu espaço”. Um exemplo disso, lembrou ele, é a desvalorização dos projetos, frequentemente contratados pelo menor preço, sem levar em conta questões essenciais para garantir qualidade, economia e segurança.  Já engajado ao movimento “Engenharia Unida”, ele afirmou acreditar ser essa a saída para a grave crise do momento.

“É fundamental essa união para que possamos retomar o papel de protagonista dos nossos profissionais”, concordou o presidente da FNE, Murilo Pinheiro. Para que a estratégia da Engenharia Unida seja bem sucedida o dirigente defendeu que o debate seja ampliado com a participação ativa do conjunto dos representantes da área tecnológica.

Questões como a manutenção da exigência de conteúdo local nas contratações das empresas que participarem dos leilões de gás e petróleo e a preservação das grandes companhias nacionais foram também apontadas por Murilo como essenciais para valorizar a engenharia, evitar mais desemprego e impulsionar a economia. 

Participaram ainda do encontro o vice-presidente de Gestão e Assuntos Institucionais do Sinaenco, João Alberto Viol; os diretores executivos da entidade, Antonio Rolim e Claudinei Florêncio; o presidente e o vice da seção São Paulo do Sinaenco, Carlos Soares Mingione e Russel Rudolf Ludwig; o diretor da FNE, Celso Atienza; o coordenador do projeto "Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento", Fernando Palmezan Neto; e os dirigentes do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (Seesp), João Carlos Gonçalves Bibbo e Edilson Reis. 

Comunicação FNE, com informações de Paula Bortolini

 

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