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Engenheiro traz nesta edição matéria apontando as inúmeras razões pelas quais é grave equívoco privatizar o grupo Eletrobras. A anunciada receita de R$ 12 bilhões com a maior holding de energia da América Latina fica muito aquém dos R$ 350 bilhões que correspondem ao valor de seus ativos. Além disso, a empresa, responsável por grande parte da geração e da transmissão de energia no Brasil, é estratégica ao desenvolvimento nacional.

Ainda no campo da defesa do interesse público está o debate sobre o Projeto de Lei 1.292/1995, que altera a Lei 8.666/1993, que rege as licitações públicas no País. A proposta é considerada lesiva à engenharia e à sociedade brasileira. Em audiência pública realizada em 24 de abril, na Câmara dos Deputados, o presidente da FNE, Murilo Pinheiro, apontou os problemas do PL, entre os quais o fato de dispensar o projeto executivo nas contratações de obras públicas.

Também na pauta as campanhas salariais dos engenheiros em várias partes do País. Realizadas sob as regras da reforma trabalhista, as negociações deste ano visam sobretudo garantir direitos e preservar conquistas da categoria.
Em entrevista, primeira mulher a dirigir a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP), Liedi Légi Bariani Bernucci fala sobre os desafios da instituição e da engenharia.

Em C&T, a expansão da energia fotovoltaica no Brasil e os obstáculos a um avanço ainda maior no setor.
E mais as iniciativas dos sindicatos em todo o País.

Boa leitura.