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Cresce Brasil

Engenheiro traz nesta edição matéria apontando as inúmeras razões pelas quais é grave equívoco privatizar o grupo Eletrobras. A anunciada receita de R$ 12 bilhões com a maior holding de energia da América Latina fica muito aquém dos R$ 350 bilhões que correspondem ao valor de seus ativos. Além disso, a empresa, responsável por grande parte da geração e da transmissão de energia no Brasil, é estratégica ao desenvolvimento nacional.

Para que um sindicato seja representativo é necessário que ele tenha força para implementar as ações necessárias à defesa dos direitos e interesses dos profissionais de sua base. Somente com o apoio e a participação dos trabalhadores isso é possível.

Neste ano as campanhas salariais dos engenheiros de todo o País serão realizadas segundo o que dispõe a Lei 13.467, em vigor desde novembro último, que alterou mais de 100 artigos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Uma das principais mudanças foi a introdução da prevalência do negociado sobre o legislado. Murilo Pinheiro, presidente da FNE, observa que o cenário é difícil, complexo e atípico para todo mundo que vai participar das negociações coletivas.

Fracassada a intenção de aprovar a reforma da Previdência, sob o argumento de necessidade de fazer caixa, o governo federal agora tenta emplacar a privatização da Eletrobras. “Frustrada aquela tentativa, voltou suas metralhadoras para o grupo”, atesta José Antonio Latrônico Filho, representante da FNE nas negociações coletivas com a holding e presidente da Associação Brasileira de Engenheiros Eletricistas (Abee).

Já aprovado no Senado sob o nº 559/2013 e em tramitação na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei (PL) 1.292/1995, que dispõe sobre mudanças nos processos licitatórios, recebeu duras críticas em audiência pública realizada no dia 24 de abril último, em Brasília (DF). Na sessão – convocada pela Comissão Especial que analisa a proposta, cujo relator é o deputado federal João Arruda (PMDB-PR) –, o presidente da FNE, Murilo Pinheiro, apresentou a posição contrária da entidade e seus 18 sindicatos filiados à medida.

Rio Grande do Sul, Piaui, Santa Catarina, Pará

 

A engenheira Liedi Légi Bariani Bernucci é a primeira mulher a estar à frente da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) em 125 anos. Empossada em 21 de março último, Bernucci foi vice-diretora na gestão anterior e há 32 anos integra o corpo docente da faculdade. Para ela, a instituição tem o papel de ajudar na superação da crise enfrentada pelo setor:

O Brasil atingiu, no início de 2018, 1 gigawatt de potência instalada em usinas fotovoltaicas conectadas à matriz elétrica nacional; no mundo o número de instalações no setor chegou a 98 gigawatts (GW) em 2017. Os dados demonstram a forte tendência de crescimento desse tipo de geração de energia. Para que decole definitivamente, no entanto, falta política de Estado estruturante, apontam especialistas.

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