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proteção covid 19Os pesquisadores do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (CESIT) da Unicamp José Dari Krein e Pietro Borsari analisam em artigo os efeitos da pandemia e as perspectivas em relação a um mercado de trabalho que já vinha apresentando níveis recorde de desemprego, informalidade e subocupação.

A situação precária do mercado de trabalho brasileiro nos últimos anos coloca um desafio adicional no enfrentamento da crise sanitária e econômica, em decorrência da paralisia de grande parte das atividades produtivas de bens e serviços. Segundo dados da PNADC, o ano de 2019 terminou com 16,2 milhões de desempregados (aberto e desalento) e 6,7 milhões de subocupados por insuficiência de horas, além do forte peso do trabalho informal, 38,4 milhões de trabalhadores (subocupados inclusos neste contingente), quadro relativamente estável desde 2016.

Os novos dados IBGE/PNADC relativos ao trimestre móvel de janeiro a março de 2020 dizem respeito, essencialmente, ao cenário prévio à pandemia, visto que o número de casos confirmados de contágio da Covid-19 em 31 de março era de 5.717, frente os mais de 140 mil no princípio de maio, segundo dados oficiais (e subestimados). Além disso, as autoridades públicas das zonas metropolitanas mais expressivas, em termos de geração de renda e emprego, adotaram medidas de isolamento social somente nos últimos dias de março. Portanto, apesar da perspectiva de queda do comércio mundial já produzisse efeitos na atividade econômica de determinados setores em fevereiro e março, os dados da PNADC que compõe o primeiro trimestre móvel de 2020 refletem muito mais a situação anterior à quarentena.

Leia o artigo na íntegra.

CESIT

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